sexta-feira, 16 de maio de 2014
domingo, 31 de março de 2013
Formação Continuada em Tecnologias Educacionais
O curso on-line “Novas Tecnologias para a Aprendizagem no Ensino Médio e Fundamental”, totalmente gratuito e com diploma reconhecido pelo MEC, é dividido em 4 módulos de 12 horas e destaca subsídios para um planejamento pedagógico apoiado no uso das novas ferramentas, passando pelo seu uso na avaliação escolar e favorecendo o trabalho com habilidades e competências na sala de aula. O currículo aborda a utilização prática-reflexiva de inúmeras ferramentas digitais, como simuladores, livros didáticos digitais, tablets e dispositivos móveis, blogs, wikis, podcasts, rádio-web, vídeo-aulas, repositórios de objetos educacionais, portfólios digitais, tabelas e formulários de avaliação, visitas de campo virtuais, em um planejamento que permite o desenvolvimento de competências do professor para a busca, classificação, armazenamento, validação e reutilização da informação encontrada na Web, visando sempre a geração estruturada de conhecimento.
Realize sua matrícula neste formulário e receba a sua senha no período de 48 horas. Várias turmas já iniciaram nesta semana!
Cada educador pode realizar o módulo que desejar ou todos os módulos. Em caso de dúvidas, utilize o nosso Fale Conosco.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Estudante de Alto Paraguai- MT é Finalista da Olimpíada de Língua Portuguesa
A estudante Even Nayre Fonseca Batista é semifinalista da etapa regional da OLP/2012, e estará
participando do Encontro Regional em Belo Horizonte - MG, nos dias
27, 28 e 29/11/2012, juntamente com a Professora Sunair Pereira
Fonseca Batista.
A Professora Sunair considera a importância
da OLP para o aprendizado do aluno e para sua prática docente:
“Através da Olimpíada de Língua
Portuguesa, descobri que não são os alunos que não sabem, nós os
professores é que temos que mudar a nossa maneira de ensinar. A
Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro me apresentou um
oceano de descobertas, no qual mergulhei e encontrei tesouros
valiosos que continuarei utilizando na minha prática como professora
de Língua Portuguesa”.
OLIMPÍADA
DE LÍNGUA PORTUGUESA ESCREVENDO O FUTURO
3ª
EDIÇÃO
Escola
Estadual Dr. Arnaldo Estevão de Figueiredo
Local:
Alto Paraguai-MT
Professora:
Sunair Pereira Fonseca Batista
Aluna:
Even Nayre Fonseca Batista
Turma:
2º ano – Ensino Médio
Gênero
textual: Artigo de opinião
Título:
Minhocultura ou Piscicultura, o que é melhor para minha cidade?
Como na maioria das cidades pequenas do
Brasil, os moradores de Alto Paraguai-MT enfrentam problemas em
conseguir emprego. Ultimamente, o problema de geração de empregos
tem sido algo polêmico aqui na cidade. Isso tem afetado e causado
uma insatisfação por parte dos minhoqueiros que almejam continuar
explorando uma área de terra de 2.000 hectares. Esses hectares de
terra chamaram a atenção de uma empresa privada: Fazenda
Agroindústria Princesa, que interessou em instalar uma grande
empresa de piscicultura na região.
Uma boa parte da população não concorda
com a instalação da piscicultura privada no local, pois ela será
construída em uma das principais áreas onde os extratores de iscas
vivas (minhocas do tipo minhocuçu) tiram o sustento de suas
famílias. De acordo com a Secretaria de Comunicação da Assembléia
Legislativa-MT, cerca de 200 famílias são sustentadas pela
comercialização de iscas. Durante entrevista com minhoqueiros da
cidade, é possível perceber como estão se sentindo ameaçados, uma
vez que é a opção de sobrevivência que eles encontraram, já que
não há alternativa de emprego na cidade, principalmente para
pessoas que não possuem um bom grau de escolaridade.
Por outro lado, há pessoas no nosso
município que concordam com a construção da piscicultura nesta
região. Elas afirmam que a SEMA/MT (Secretaria de Estado do Meio
Ambiente de Mato Grosso) já publicou no Diário Oficial nº 25.799,
página 74, a Licença Prévia e de Instalação do Projeto de
Piscicultura na Fazenda Princesa, localizada no Município de Alto
Paraguai. De acordo com um dos operadores de máquinas que trabalha
nas terras da Fazenda, mais de 300 famílias serão beneficiadas,
pois terão direitos trabalhistas assegurados: Carteira assinada,
previdência social, FGTS, PIS, seguro desemprego e outros benefícios
que a extração de minhoca não contempla, considerando que os
minhoqueiros não trabalham de forma organizada e nem legalizada. A
turma da nossa sala (2º ano “A”) entrevistou um dos
piscicultores e Administrador Público de Alto Paraguai-MT, ele disse
que as minhocas poderão entrar em extinção, terminando assim a
chance de trabalho dos minhoqueiros, já a piscicultura é uma
atividade mais estável, pois pode gerar empregos para pessoas de
diferentes graus de escolaridade, por tempo indeterminado.
Na minha opinião, essa empresa de
piscicultura irá ajudar a cidade evoluir muito, pois o lugar onde eu
vivo já foi muito desmatado quando a economia básica era voltada
para a extração de ouro e diamante e a sequela dessa economia foram
os buracos deixados pelos garimpeiros. Eu sou a favor da implantação
da empresa de piscicultura, porque irá fortalecer os piscicultores
que já estão na atividade aproveitando os buracos deixados pelos
garimpeiros, criando uma produção de peixes em grande escala que
segundo o secretário da APRUSA (Associação dos Produtores Rurais
da Sede Alto Paraguai) irá melhorar a economia do município,
garantir segurança no trabalho e estabilidade para os moradores.
Assim, Alto Paraguai que ainda não possui
nenhuma empresa, terá oportunidade de ter uma fonte de emprego
legalizada dentro de suas terras, beneficiando uma população
carente e desprovida de um trabalho seguro.
Even Nayre Fonseca Batista
Estudante
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Aluna de Diamantino é semifinalista em olimpíada nacional da Língua Portuguesa
Dezessete estudantes do Mato Grosso estão classificados para as
semifinais 3ª Edição da Olimpíada Brasileira de Língua Portuguesa
'Escrevendo o Futuro’, que acontece entre os dias 12 e 14 de novembro,
em São Paulo.
Uma das alunas é Bárbara Leticia Oliveira de Arruda, que está no 7º ano
do ensino fundamental da Escola Estadual Lucinda Fachini. Com o título
‘Não terminei ainda, vou descansar, volto já para continuar... ’ o texto
de Bárbara foi classificado entre as 500 semifinalistas na categoria
Memórias Literárias.
De acordo com a professora, Márcia Raimundo, a participação nas
Olimpíadas requer muito estudo e disciplina. “São 16 oficinas que
fazemos com os alunos até a produção da redação final. Então, foi
necessário por várias vezes, levar o trabalho para casa, reunir nos
finais de semana... Mas valeu a pena”, contou Márcia.
“Quando a professora apresentou a proposta das Olimpíadas não pensei
duas vezes. Na hora quis participar, mas não esperava chegar tão longe”,
contou Bárbara, que desde abril trabalhou neste projeto para as
Olimpíadas.
Agora aluna e professora estão a caminho de São Paulo, onde participarão
da próxima etapa das Olimpíadas. Nas semifinais serão selecionados 152
trabalhos, que irão para Brasília participar da Cerimônia de Premiação,
onde serão apresentados os 20 textos vencedores nacionais da
competição.
Fonte: Redação / O Divisor
Foto: O Divisor
Redação da Estudante
NÃO TERMINEI AINDA, VOU
DESCANSAR, VOLTO JÁ PARA CONTINUAR...
As
memórias que trago do lugar onde vivo me emocionam muito, pois aqui
viveram meus avós, pais e toda minha família.
A
cidade surgiu às margens do Ribeirão do Ouro, o povoado foi
crescendo, se espalhando, formando a primeira Vila. Tenho muitas
recordações, Diamantino, terra de ouro e diamantes, minha cidade
querida, de belezas e encantos, simples, pequena e antiga, de lendas
e crenças. A única rua que existia era de chão batido e os
caminhos que levavam a ela eram os “trieiros”. Os meios de
transporte utilizados, carroças e charretes.
Naquela
época, não existiam os bairros que com o crescimento populacional
mudaram muito a aparência da cidade e a vida de maneira geral.
Muitos problemas começaram a aparecer: poluição dos rios,
desmatamento, queimadas, claro, “o progresso”.
Meus
pais, muito rígidos, cobravam respeito pelos mais velhos, pedir
bênção. Quando desobedecíamos recebíamos punição severa,
ajoelhar sobre grãos de milho e feijão. Com isso aprendi grandes
lições e exemplos que trago comigo, ensinando para meus filhos e
netos.
Ah!
O namoro, antigamente era na sala, na presença dos pais, que nos
vigiavam. Pegar na mão, beijar, só depois de casados.
A
maneira de vestir, muito diferente de hoje, as mulheres vestidos ou
saias com blusas de mangas, todos abaixo do joelho, calça comprida e
bermuda, nem pensar, esse traje era exclusivo para homens.
Aqui,
já teve senzala, com milhares de escravos, os quais construíram com
sua força, os casarões, a igreja matriz, (que permanece com a mesma
arquitetura), e os calçamentos de pedras ainda presentes em algumas
ruas, também tem, uma árvore centenária, conhecida como merindiba,
um cartão postal.
O
Rio Diamantino, que atravessa a cidade outrora de águas abundantes e
transparentes (hoje poluído e devastado), faz parte da minha vida e
da vida de muitas crianças, enquanto as mulheres lavavam roupas,
louças e pescavam, as crianças banhavam e nadavam. Tempo bom,
guardado na memória. Agora, só história...
Meu
pai era garimpeiro e toda manhã saía com sua camiseta manga longa,
com a calça no meio da canela, sua botina gasta, com seu inseparável
chapéu de palha e bateia (objeto para garimpar).
Nesse tempo, ouro e diamantes não eram valorizados como hoje.
Nossa
humilde casa feita de taipa (material argiloso) e bambu, construída
por toda família, sem planejamento, bem pequena e apertada para o
número de pessoas que nela morava. Na sala ficava a cadeira de palha
de meu pai, um pano grosso e desfiado para nós sentarmos, uma
vitrola muito antiga, rádio, uma mesa rústica, em cima desta,
apenas a poeira da estrada que passava em frente. No meu quarto um
colchão onde eu, por ser mais velha, dormia. Minhas irmãs dormiam
na rede. No quarto dos meus pais apenas um colchão e um cofre muito
pesado, parecido com um caixote, herança de meu bisavô, relíquia
da nossa família.
A
cozinha simples, fogão a lenha, cinco tocos que serviam de bancos,
pouca coisa tinha, mas vivíamos felizes.
O
quintal grande, com muitas variedades de frutas (mangueiras,
cajueiros, siputás, buritis...) e até uma árvore de pau-brasil, um
dos únicos pés que resistiu. Nele brincávamos de balanço,
pega-pega, passa-anel e comíamos frutas fresquinhas e saborosas,
minha mãe fazia sucos e doces deliciosos para toda criançada.
Nas
festas de santo, muitas danças regionais para mostrar: cururu,
siriri, rasqueado. Eu fazia parte do grupo de dança. Não podia
faltar a viola de cocho, mocho, e o ganzá.
Hum!
As comidas... Ainda sinto o gostinho, chega a dar água na boca,
preparadas pelos devotos utilizando pilões, gamelas e panelas de
barro, Maria Izabel, arroz com pequi, farofa de banana, peixe frito,
são pratos típicos daqui.
As
coisas mudaram muito a partir da década de 70, com a escassez do
ouro e diamante, um novo ciclo se inicia: agricultura e pecuária
trazendo pessoas de todas as regiões, em busca de melhores
oportunidades que contribuíram para o crescimento do nosso estado,
hoje, o maior produtor de grãos do Brasil.
Enfim,
dessa terra abençoada falta muito a lhes contar, estou viva, não
terminei ainda, vou descansar, volto já... Mas convido você, venha
nos visitar e esta história... Continuar...
sábado, 8 de setembro de 2012
V Encontro de Coordenadores do FPDEJA - MT
O Fórum Permanente de Debates sobre a Educação de Jovens e Adultos, realiza o seu V Encontro de Coordenadores nos dias 06 a 09 de setembro na sede do CEFAPRO do município de Diamantino-MT
sábado, 1 de setembro de 2012
Orientações Curriculares de Mato Grosso
Foi encerrada no dia 31/08/2012 a segunda etapa das Orientações Curriculares de Mato Grosso no Cefapro de Diamantino, onde mais de 100 profissionais da educação básica conseguiram construir durante a semana, 04 complexos temáticos, após muitas discussões, debates, acordos didáticos e explanações.
Os objetivos propostos pelos professores formadores do Cefapro de Diamantino foram plenamente alcançados. O próximo passo é construir e executar os complexos temáticos reais nas unidades escolares do polo geoeducacional.
terça-feira, 24 de julho de 2012

Inscrições até 4 de agosto 2012!
Esta é uma oportunidade imperdível para os implementadores de Informática ou professores interessados em aperfeiçoamento profissional, Na modalidade à distância, oferecida pelo consorcio CEDERJ e gratuito uma Pós graduação em Tecnologia Educacional. As inscrições para o processo seletivo custam R$30,00 podem ser feitas no site do CEDERJ. Leia as instruções e faça parte você também!
Postado originalmente por Projeto VRlivre em http://iaesmevr.blogspot.com
Postado originalmente por NTEVR em http://blogdontevoltaredonda.blogspot.com
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