sábado, 28 de maio de 2011
Votação da Mensagem 31 do governo causa insatisfação aos trabalhadores da educação
| 27/05/2011 |
A Lei aprovada desrespeita a LC 388/2010 e não atende os anseios da categoria |
A aprovação, a toque de caixa, da Mensagem 31, que fixa o subsídio dos Profissionais da Educação Básica e o vencimento dos Especialistas em Educação, no último dia 25, à noite, pelos deputados da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL/MT) causou profunda insatisfação aos trabalhadores da Educação. A Lei aprovada desrespeita a LC 388/2010 que fixa no Art. 5º: "Deverão ser aplicados anualmente, 60% (sessenta por cento) dos recursos decorrentes de receita própria, advindos das Fontes 120 (ordinária) e 122 (FUNDEB), destinados e repassados à Secretaria de Estado de Educação, em despesas de folha salarial líquida dos Profissionais da Educação Básica". Pelos estudos realizados pela categoria, é perfeitamente factível o Piso Salarial de R$ 1.312,00 para os profissionais da educação sem ultrapassar os 60% previstos na legislação. Também não corresponde ao oferecido na última proposta encaminhada pela secretária de Estado de Educação, Rosa Neide Sandes de Almeida, ao Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), após audiência conjunta com os secretários ou representantes de Estado de Administração, Cesar Roberto Zilio; de Planejamento, José Gonçalves Botelho do Prado; de Fazenda, Marcel de Souza Cursi; secretário-Auditor Geral, José Alves Pereira Filho, que previa, além dos 10% de reajuste, mais 3% em Dezembro de 2011 e assegurava o Piso Salarial de R$ 1.312,00 no primeiro quadrimestre de 2012. O presidente do Sintep/MT, Gilmar Soares Ferreira, criticou a falta de transparência na condução e aprovação do projeto de lei, na calada da noite, no meio de um processo de negociação com a categoria. A atitude do governo estadual, que desrespeita a LC 388/2010 e rompe com o processo de negociação em andamento, está influenciando as decisões das Assembleias Locais com proposta de greve por tempo indeterminado, a ser discutida no Conselho de Representantes. O encontro ocorre no próximo domingo (29) e a assembleia geral, na próxima segunda-feira (30), às 14 horas, na Escola Estadual Presidente Médici, em Cuiabá. |
| Pau e Prosa Comunicação extraido do site do Sintep de Mato Grosso em 28/05/2011 as 21;17 |
domingo, 22 de maio de 2011
JOVAED 2011 - Jornada Virtual ABED de Educação a Distância
sexta-feira, 20 de maio de 2011JOVAED – Jornada Virtual ABED de Educação a Distância
A JOVAED - Jornada Virtual ABED de Educação a Distância será realizada de 10 a 21 de Junho de 2011. O evento aproveitará a experiência do 7º SENAED – Seminário Nacional ABED de Educação a Distância, realizado em 2009 também totalmente à distância.
A JOVAED será gratuita e qualquer interessado pode participar virtualmente das atividades oferecidas. Os inscritos terão direito a Certificado de participação emitido ao final do evento pela ABED.
A JOVAED envolverá inúmeras atividades síncronas e assíncronas em múltiplas plataformas, como: listas de discussão, ambientes virtuais de aprendizagem, redes sociais, blogs e microblogs, wikis, imagens, vídeos, webconferências, games e mundos virtuais, dentre outras ferramentas web 2.0. As atividades serão coordenadas por profissionais de destaque na prática e reflexão sobre EaD, no Brasil e no exterior.
Portanto, reserve na sua agenda o período de 10 a 21 de Junho de 2011 para participar das inúmeras atividades que serão realizadas durante a JOVAED – contamos com a sua presença e divulgação para sua rede!
CoordenaçãoA JOVAED é coordenada por João Mattar e a Comissão Organizadora é composta por: Antonia Alves, Breno Trautwein, Cristiane Marcelino, Cynthia Araujo , Gentil Gonçales Filho, José Erigleidson, Maria Delcina Feitosa, Maria Elza Ataide, Patricia B. Scherer Bassani e Raquel Resende.
TwitterA hashtag para a JOVAED é #jovaed (utilize-a sempre em seus tweets sobre o evento e em outras redes sociais). Mais informações http://www.abed.org.br/jovaed2011/
Para fazer a sua inscrição acesse o endereço abaixo.
sábado, 21 de maio de 2011
Educador critica tradição dos exames escolares no Brasil

Cipriano Luckesi foi um dos participantes da Educar (Foto: Divulgação)
21/05/2011 07h10 - Atualizado em 21/05/2011 07h10
Especialista defende uso de avaliação que serve como diagnóstico.
O professor Cipriano Luckesi, um dos palestrantes da feira Educar 2011 que termina neste sábado (21), critica a tradição dos exames escolares no Brasil. Para ele, os exames são uma herança do século 16, e as instituições de ensino deveriam aplicar avaliações de aprendizagem, um recurso de acompanhamento e diagnóstico.
“O exameme não tem por objetivo subsidiar uma construção positiva. Permite uma seleção: o aluno é aprovado ou reprovado. O resultado é definitivo”, diz Luckesi. Segundo ele, o exame não faz sentido porque o aluno não vai para a escola para a conquistar vaga, pois esta ele já conquistou.
Ainda, de acordo com Luckesi, os exames são excludentes e classificatórios, e não trazem prejuízos quando são aplicados nos lugares certos, como vestibulares e concursos públicos.
Ao contrário do exame, a avaliação, na visão do professor, ajuda a diagnosticar os pontos fortes e fracos dos alunos e desse modo direcionar o ensino.
saiba mais
Para haver uma mudança na forma de avaliar, Lucksei acredita que pelo menos duas questões estão em jogo: os fatores financeiros e a formação dos docentes. O educador diz que para mudar a maneira de avaliar os estudantes é necessário melhorar a infraestrutura das escolas e salário dos professores. Além disso, é necessário treinar os docentes para que eles entendam avaliação como investigação.
“É preciso avaliar a dinâmica emocional dos educadores que vão para a sala de aula. Ele foi examinado a vida inteira, e agora vai examinar seus alunos. É preciso romper este modelo pelo qual ele foi castigado", afirma Luckesi.
18ª Educar - Feira e Congresso Internacional de Educação
Local: Centro de Exposições Imigrantes, Rod. dos Imigrantes Km 1,5 - São Paulo.
Data: até este sábado (21)
Horário: das 9h às 17h30
Ingressos: a feira é aberta ao público, os seminários requerem inscrição
Extraido do G1 em 21/05/2011
Seminário propõe modelos diferenciados para Educação do Campo
Foto: www.odivisor.com.br - Laercio Guidio
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Construir diversos modelos de educação do campo, com várias modalidades e exemplos da pedagogia da alternância foram às metas tiradas para o ensino dos alunos da zona rural mato-grossense, durante o Seminário “Educação do Campo, Uma Política Constituinte”.
O evento foi realizado nos dias 17 a 19, no Centro de Formação e Atualização de Professores (Cefapro) de Diamantino (188 km de Cuiabá) e contou com a participação de 120 profissionais da Educação do campo de 24 municípios do Estado, além de representantes do Espírito Santo e Distrito Federal.
A secretária de Estado de Educação, Rosa Neide Sandes de Almeida participou das atividades e destacou a presença de professores formadores dos 15 Cefapros do Estado, e de educadores dos demais Estados.
“Além da troca de experiências com os professores que desenvolvem a pedagogia da alternância nas escolas do campo do Estado, também tivemos a experiência dos educadores capixabas da Escola Família Agrícola. Eles trabalham com a alternância há mais 40 anos”, contou a secretária.
Ela ainda ressaltou a participação do professor da Universidade de Brasília (UnB), João Batista Queiroz. Ele atua com as Escolas de Inserção em Licenciatura em Educação no Campo, da Universidade. “Também pudemos aprender com os exemplos trazidos pelos profissionais do Distrito Federal. E todas essas experiências contribuíram para esse processo de construção de escolas libertadoras e democráticas almejadas pela Seduc”, disse.
Para o diretor do Cefapro de Diamantino, Cezar Augusto Spindola dos Santos o seminário apontou para a necessidade da construção de escolas que sejam realmente do campo. “Nosso Estado tem vários exemplos dessa modalidade de ensino, mas ainda tem muitas unidades que reproduzem para os alunos da zona rural o ensino que é ofertado nas cidades”, disse.
Ele ressalta que o processo de discussão entre os educadores do campo irá continuar com a realização do mesmo modelo de seminário nos outros 14 pólos do Cefapro. A secretária Rosa Neide explica que a realização de mais eventos tem como meta, a construção de uma política de educação do campo baseada na pedagogia da alternância.
“Trabalhamos para que cada escola da zona rural oferte a educação voltada para a realidade de seus alunos dentro do contexto social em que eles vivem. O Estado não pode impor um modelo igual para todos”, afirmou.
Experiências
O gerente de Educação no Campo da Seduc, Rui Leonardo Souza Silveira cita que pedagogia da alternância é desenvolvida há dois anos em Mato Grosso. Atualmente 15 das 130 escolas de educação no campo do Estado desenvolvem essa modalidade pedagógica.
Essa prática pedagógica consiste em trabalhar o conteúdo curricular por áreas de conhecimento, ao invés de disciplinas, a partir da realidade dos estudantes do campo. As matrizes curriculares são construídas com base nas vivências e conteúdos repassados dentro de tempos diferenciados do ensino regular.
Os alunos trocam o conhecimento em aulas aos finais de semana (com objetivo de não atrapalhar o trabalho na zona rural) e, em outros momentos, na própria residência. “A idéia é trabalhar o currículo integrado com a própria realidade”, destaca Rui Silveira.
sábado, 14 de maio de 2011
Escola de Porto Alegre usa Tablets para Alfabetizar Crianças
14/05/2011 07h05 - Atualizado em 14/05/2011 07h05
Atividades são propostas individualmente e em grupos.Cerca de 130 alunos da educação infantil tem aulas com os iPads.
Os alunos de 3 a 6 anos matriculados na educação infantil do Colégio Israelita Brasileira, em Porto Alegre, são alfabetizados com ajuda dos tablets iPad. Cerca de 130 crianças têm aulas semanais com o aparelho.As atividades são propostas de forma individual, em dupla ou em grupo de até quatro pessoas. O iPad foi escolhido pela instituição, segundo a coordenação, pela facilidade no manuseio e seleção das informações na tela através do sistema touch screen, pela diversidade de aplicativos e softwares disponíveis para uso pedagógico e pela tela multitoque, que facilita as trocas entre os alunos.
Crianças utilizam os iPads pelo menos uma vez por semana no Colégio Israelitano Rio Grande do Sul (Foto: Stúdio Aronis/ Divulgação)
A coordenadora pedagógica de educação infantil do Israelita, Ana Margarida Chiavaro Machado, afirmou que o Projeto iPad na Sala de Aula está atrelado à proposta curricular da instituição de ensino. "Com brincadeiras, jogos e outros aplicativos atingimos todos os tipos de alunos. As crianças estão muito acostumadas com o touch, por isso há facilidade de aprendizagem."
Com os tablets as crianças aprendem a fazer o traçado dos números, têm atividades com as próprias fotos e nomes, entre outras.
Para Ana Margarida, ao mesmo tempo que o Ipad ajuda a alfabetizar favorece, entre outros fatores, a interação, curiosidade, trabalho em grupo, coordenação motora e trocas afetivas entre as crianças. O objetivo, segundo a coordenadora, é expandir o projeto para os alunos dos ensinos fundamental e médio.
Extraido do G1 em 14/05/2011 as 15:16h.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Internautas mais escolarizados são maioria na educação on-line, diz Ipea
Pesquisa identifica demanda por cursos de educação à distância.
Estudo também mostra uso de treinamentos on-line por empresas.Internautas mais escolarizados, do sexo masculino, habitantes de zonas urbanas, que gastam mais horas na internet, e que participam de sites de relacionamento têm mais chances de serem usuários de cursos on-line. Este é um dos resultados da pesquisa "Um perfil do uso da educação on-line no Brasil" da décima terceira edição do boletim "Radar: Tecnologia, Produção e Comércio Exterior" divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta terça-feira (10).
O foco do estudo foi o de identificar a demanda por cursos on-line verificando os fatores que ajudam a diferenciar os usuários dos não usuários desta modalidade, a partir de dados das pesquisas sobre uso das tecnologias da informação e comunicação (TICs) no Brasil, do Comitê Gestor de Internet (CGI). Segundo informações da TIC Domicílios, em 2009 havia 63 milhões de internautas no país.
O estudo mostra que aqueles que acessam a internet principalmente de locais como telecentros e lan houses têm menos chance de participarem de cursos on-line que aqueles que acessam principalmente de casa, da instituição de ensino ou o trabalho. Este resultado ressalta a importância de políticas públicas que procuram levar o acesso à internet em banda larga à residência e/ou à instituição de ensino da população.
Nas empresas
A pesquisa indica, ainda, que há maior adoção de treinamento on-line por parte das empresas de maior porte, e menor adoção nos setores de alojamento e alimentação e outros serviços. Mais da metade das firmas com 250 ou mais pessoas ocupadas fazem uso de treinamento on-line.
Os resultados evidenciam que a educação on-line parece estar sendo utilizada como importante instrumento de atualização profissional por parte da população de nível superior de ensino. Também mostram que a banda larga traz benefícios para a sociedade ao propiciar que cidadãos e empresas tenham acesso mais rápido às informações, ao agilizar a comunicação, ao possibilitar práticas como a telemedicina e a educação a distância.
Fonte: Extraido do G1 em 10/05/2011
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