domingo, 27 de março de 2011

Sistema de segurança que monitora casa e carro por celular

25/03/2011 06h00 - Atualizado em 25/03/2011 06h

Transmissão das imagens é feita pela tecnologia 3G. Com GPS, módulo pode ser usado como redundância em rastreamento

Do G1, em São Paulo

Camera infrared viu v.i.u.Câmera com visão noturna
(Foto: Gabriel dos Anjos/G1)
Um sistema que usa a transmissão de imagens pela rede de dados da telefonia celular, 3G, e pode ser usado tanto em residências quanto em escritórios e até em veículos.O diferencial é a possibilidade de se ver pelo celular as imagens transmitidas pelo módulo sem a necessidade de um computador conectado à internet. Basta instalar um aplicativo gratuito no iPhone (em breve estará disponível também para o sistema Android) e, uma vez configurado, o usuário terá acesso às câmeras instaladas na residência, escrtitório, veículo ou qualquer lugar que tenha cobertura 3G e uma fonte de energia. Dessa forma, com um celular o usuário poderá vigiar qualquer localidade que tenha o equipamento instalado.O sistema de monitoramento remoto testado pelo G1 é o Veotex Image Unit (VIU), da Veotex.

O equipamento

Na prática, o  VIU é um DVR (gravador digital de vídeos) que possui um modem 3G integrado que faz a transmissão das imagens pela rede celular. Ele também conta com conexão a rede local por cabo, porém seu grande desafio é no upload das imagens pela rede móvel, que possui uma banda muito estreita no envio de dados.
Para viabilizar essa solução, foi desenvolvido um algorítmo de compressão próprio que consegue transmitir com boa qualidade mesmo em velocidades muito baixas, 90 kbps, que é o pico de upload no 3G.

Módulo de monitoramento VIU, da VeotexMódulo de monitoramento VIU, da Veotex (Foto: Gabriel dos Anjos/G1)









Na prática

Comprovamos, em testes, que essa compressão feita pelo sistema de monitoramento funcionou muito bem, realmente transmitindo o vídeo com poucas "travadas", e o atraso médio foi de 4 segundos. Em horário de pouca utilização da rede celular notou-se uma obvia melhora nos tempos de atualização das imagens e também na alternância entre câmeras no software para iPhone.



Multifunção

Além de poder funcionar como backup de um sistema de rastreamento convencional, que permite ver o percurso de um veículo e acompanhar a sua rota pela internet ou smartphone, o V.I.U. tem outras aplicações, tais como a medição da temperatura da câmara frigorífica de caminhões de carga.

Em caminhões-tanque, pode monitorar o nível do líquido transportado e, nos carros de polícia, por exemplo, pode verificar se uma porta está aberta ou fechada, principalmente a que carrega pessoas detidas. Além disso, por padrão, o equipamento conta com velocímetro, bússola e altímetro. Caso o cliente precise de mais itens de telemetria, deve solicitar à prestadora do serviço.

Escalabilidade

O software do equipamento que é instalado nos PCs tem condição de monitorar diversos módulos simultaneamente mesmo que usem chips de operadoras diferentes. Seu limite é de até 3 mil módulos, ou seja, pelo menos 12 mil câmeras ao mesmo tempo, numa só interface.

Software de monitoramento da Veotex permite visualizar até 3 mil módulosSoftware de monitoramento da Veotex permite visualizar até 3 mil módulos (Foto: Reprodução)
Público e custo
Apesar do foco maior ser para pessoa jurídica e órgãos do serviço público como a polícia, qualquer pessoa física pode alugar o aparelho (ele não é vendido) a partir de R$ 210 por mês, mais R$ 60 pelo plano de dados cerca de R$ 290 para oito e R$ 370 para 16 câmeras.

É importante lembrar que os valores das câmeras dependem do tipo usado e varia conforme a necessidade do cliente. Uma com recurso de infravermelho e zoom óptico será mais cara que uma de modelo mais simples. O contrato mínimo é de um ano, com planos de 24, 36, 48 e 60 meses.
Fonte: Extraido do G1 em 27/03/2011 as 17:20 h

quinta-feira, 24 de março de 2011

Relógio G-Shock ganha Bluetooth e atende ligações de telefone celular

É possível atender ligações e acessar agenda do celular direto do pulso.

Do G1, em São Paulo

Relógio G-Shock, da Casio, terá conexão Bluetooth (Foto: Divulgação/Casio)
Relógio G-Shock, da Casio, terá conexão sem fio
via Bluetooth 4.0 (Foto: Divulgação/Casio)
O relógio de pulso G-Shock, sucesso entre os adolescentes nas décadas de 80 e 90, vai ganhar uma versão mais alinhada com as tecnologias do século XXI. A japonesa Casio, fabricante do aparelho, anunciou que os relógios - famosos pela coroa emborrachada que os torna mais resistentes a impactos - terão conexão via Bluetooth 4.0 com telefones celulares. O novo G-Shock vai emitir alertas a cada e-mail ou torpedo recebido pelo telefone, além de acessar e sincronizar a agenda salva no celular.
De acordo com a Casio, a função não vai diminuir a vida útil das baterias do relógio. O padrão Bluetooth 4.0 tem um consumo baixo de energia, o que permite ao G-Shock operar por 2 anos sem troca de pilha.
A nova versão do relógio pesa 65 gramas e tem design semelhante ao do primeiro G-Shock, lançado em 1983. Todas as principais funções do aparelho tradicional foram mantidas, com alguns refinamentos. É possível, por exemplo, utilizar a ligação do celular com a internet para sincronizar o horário com um relógio atômico, mais preciso. Cronômetro, alarmes e iluminação por LED também fazem parte do pacote.
Ao receber uma ligação, é possível verificar o número de origem pela tela do relógio. Se o usuário estiver utilizando um fone Bluetooth, por exemplo, é possível atender a chamada sem tirar o telefone do bolso. Além de emitir alarme sonoro, é possível também configurar o aparelho para vibrar, como um telefone com vibracall.
Outra função curiosa é o modo "finder": é possível usar o relógio para fazer um telefone celular "perdido" pela casa tocar e vibrar, facilitando sua localização.
Extraido do G1 em 24/03/2011

Professores terão bolsas para cursos de mestrado profissional a distância

terça-feira, 22 de março de 2011
O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou nesta segunda-feira, 21, a concessão de bolsas de mestrado profissional a distância para professores da educação básica que lecionam em escolas públicas. O anúncio foi feito em cerimônia no Palácio do Planalto, onde a presidente da República, Dilma Rousseff, condecorou 11 educadoras com a medalha da Ordem Nacional do Mérito.
Concedidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), no âmbito da Universidade Aberta do Brasil (UAB), as bolsas exigem dos docentes, como contrapartida, o compromisso de continuar em exercício na rede pública por um período de cinco anos após a conclusão do mestrado. A medida, que será formalizada por meio de portaria do Ministério da Educação, a ser publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira, 22, faz parte de um conjunto de ações para elevar a qualidade da educação básica, definida pelo MEC como “área excepcionalmente priorizada”.

Segundo o ministro, a intenção é que as universidades reajam à provocação feita pelo MEC e ofereçam mais cursos. “Queremos garantir o prosseguimento do estudo do professor, agora com mais que uma especialização – com um mestrado”, explicou o ministro. Os docentes poderão acumular a bolsa com seus salários.
A cada mês de março, o benefício será liberado e terá vigência máxima de 24 meses. Existe, também, a possibilidade de concessão de bolsas para mestrados presenciais, desde que em cursos aprovados pela Capes e consideradas algumas situações de interesse específico do Estado.

O não cumprimento do compromisso de cinco anos de exercício em escola pública, após o curso de mestrado a distância, implicará a devolução dos recursos. As próprias instituições de ensino vão estabelecer seus critérios de seleção. “Nada impede, entretanto, que sejam reservadas vagas para professores que já estejam em exercício”, argumentou Haddad.
Pacote - Além das bolsas, outras iniciativas se destacam quando o assunto é a qualificação de professores da educação básica: a Universidade Aberta do Brasil (UAB) e a expansão das universidades e dos institutos federais. Estes últimos têm, inclusive, uma reserva de vagas para ser suprida em cursos de licenciatura em matemática, física, química e biologia. A preocupação em formar professores nessas áreas também é destacada na portaria que será publicada nesta terça.
Como principal meta de qualidade, o Brasil deve atingir a nota 6 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) até 2021. No ano de sua última aferição, em 2009, a média brasileira era de 4,6, numa escala que vai de zero a dez.

Portal do MEC/Ana Guimarães

domingo, 20 de março de 2011

Acesso a Internet no Brasil cresce 9,6%, já somos 73,9 Milhões




18/03/2011 15h25 - Atualizado em 18/03/2011 15h32

Acesso à rede no Brasil cresce 9,6% e chega a 73,9 milhões de internautas

Crescimento foi medido pelo Ibope Nielsen no 4º trimestre de 2010.Alta do acesso residencial e no trabalho foi ainda maior, de quase 20%.

Do G1, em São Paulo
Mulher acessa internet por computador (Foto: Brian Snyder/Reuters)
Acesso à internet cresceu 9,6% entre 4º trimestre
de 2009 e de 2010 (Foto: Brian Snyder/Reuters)
O número de pessoas com acesso à internet no Brasil atingiu 73,9 milhões no quarto trimestre de 2010, segundo pesquisa do Ibope Nielsen Online divulgada nesta sexta-feira (18). O número, que considera todo tipo de acesso, seja residencial, no trabalho, em escolas ou em lan houses,  representa um crescimento de 9,6% em um ano: o país tinha 67,5 milhões de internautas no final de 2009.
O acesso à internet no trabalho e em domicílios teve crescimento ainda maior, de acordo com o Ibope, que utilizou números do mês de fevereiro de 2011 e de 2010 para a comparação separada por locais de conexão.
O total de pessoas com conexão em pelo menos um desses dois ambientes chegou a 56 milhões em fevereiro de 2011, o que significou um crescimento de 19,2% sobre os 47 milhões do mesmo mês do ano anterior. O total de pessoas que moram em domicílios com acesso à internet cresceu 24% nesse período e chegou a 52,8 milhões, segundo o Ibope.
Das 56 milhões de pessoas que têm acesso à internet no trabalho ou em residências, 41,4 milhões foram usuárias ativas em fevereiro, crescimento de 12,7% na comparação com os 36,7 milhões de fevereiro de 2010.

terça-feira, 15 de março de 2011

Notebook Controlado Pelos Olhos do Usuário



Notebook pode ser controlado pelos olhos do usuários (Foto: Johannes Eisele/AFP)Notebook pode ser controlado pelos olhos
do usuário (Foto: Johannes Eisele/AFP)
A empresa sueca Tobii, especializada em controle pelo olho, se uniu a Lenovo para desenvolver 20 protótipos de notebooks com Windows 7 que possuem sensores controlados pelos olhos humanos. As máquinas foram apresentadas na feira de informática e tecnologia “CeBIT”, que acontece na Alemanha.
O notebook permite que o usuário mude de janela e percorra documentos apenas ao piscar os olhos. Henrick Eskilsson, CEO da Tobii, disse que os protótipos marcam um passo importante para levar dispositivos controlados pelos olhos aos consumidores.
Segundo o site “Engadget”, que testou o equipamento, o controle pelo olho funciona muito bem, pois o sistema detecta para onde o usuário está olhando com precisão. Conforme o site, o nível de precisão foi testado em um jogo simples em que o usuário deve explodir asteróides antes que eles atinjam a Terra apenas ao olhar para eles.A empresa prevê colocar as máquinas no mercado em dois anos.
Fonte: G1 Extraido em 15/03/2011 as 12:40

Leitura de Notícias on-line supera os jornais impressos nos EUA


Estudo revelou que 46% dos usuários buscam notícias na internet.

Faturamento de publicidade dos periódicos caiu 46% em quatro anos.


Pela primeira vez, o número de leitores e a receita publicitária dos sites de notícias superou a dos jornais em papel nos Estados Unidos, segundo uma pesquisa divulgada pelo "Pew Research Center". Conforme o levantamento, o faturamento da publicidade on-line nos EUA superou o dos jornais impressos.
O estudo também constatou que mais pessoas, 46% dos norte-americanos entrevistados, disseram obter notícias on-line pelo menos três vezes por semana, ante 40% que disseram obter notícias dos jornais em papel.
A migração para a web está se acelerando", disse Tom Rosenstiel, diretor do "Project for Excellence in Journalism". "A rápida adoção do tablet e a expansão do uso dos celulares inteligentes só reforçam essa tendência".
A receita publicitária dos jornais caiu 46% em quatro anos, e ficou em US$ 22,8 bilhões em 2010, com US$ 3 bilhões adicionais em receita publicitária on-line, de acordo com o relatório. Enquanto isso, a receita publicitária dos sites de notícias foi de US$ 25,8 bilhões em 2010, afirma o relatório, mencionando dados do grupo de pesquisa "eMarketer".
Assinatura semanal será vendida por US$ 1 na App Store (Foto: Spencer Platt/Getty Images/AFP)
"Um desafio para as organizações noticiosas é que boa parte dessas verbas publicitárias on-line, 48%, está relacionada à publicidade vinculada a buscas, e proporção pequena delas se destina às notícias", de acordo com o estudo.
Mídia on-line
As mais recentes constatações demonstram que os jornais sofreram não apenas com a desaceleração econômica, que levou os anunciantes a fecharem as carteiras, mas com o fato de que mais pessoas optam pela mídia on-line para obter notícias e informações, e os anunciantes os seguem.

De fato, editoras de jornais como a Gannett, New York Times Co. e McClatchy continuam a reportar declínio em sua receita publicitária, em um período no qual outras mídias, a exemplo da televisão, estão desfrutando de uma recuperação em seu faturamento publicitário.

Fonte: G1 - Extraido em 15/03/2011 as 12 horas.

terça-feira, 8 de março de 2011

Perdendo noites de sono ?

Pesquisa aponta que 95% usam eletrônicos  uma hora antes de ir para a cama.
Exposição à luz artificial pode suprimir hormônio que induz ao sono.

Da Reuters
Usuário mexe em smartphone BlackBerry (Foto: Enny Nuraheni/Reuters)Usuário mexe em smartphone BlackBerry
(Foto: Enny Nuraheni/Reuters)
A dependência de televisores, telefones celulares e laptops pode estar custando caro aos norte-americanos na hora ir para a cama. A tendência nacional de assistir TV, jogar videogame ou checar e-mails e mensagens de texto até a hora de ir dormir pode estar interferindo no sono da população.
"Infelizmente, os celulares e computadores, que tornam a nossa vida mais produtiva e agradável, podem ser usados de forma abusiva, a ponto de contribuírem para que se durma menos à noite, deixando milhões de norte-americanos funcionando mal no dia seguinte", disse em nota Russell Rosenberg, vice-presidente da Fundação Nacional do Sono (NSF), com sede em Washington.
Quase 95% das pessoas ouvidas num estudo da NSF disseram usar algum tipo de equipamento eletrônico uma hora antes de ir para a cama, e cerca de dois terços admitiram que não dormem o suficiente durante a semana.
Charles Czeisler, da Escola Médica de Harvard e do Hospital Brigham and Women's, de Boston, disse que a exposição à luz artificial antes de dormir pode aumentar a vigilância e suprimir a liberação da melatonina, um hormônio que induz ao sono.
Tecnologia invadiu o quarto
"A tecnologia invadiu o quarto de dormir", disse Czeisler numa entrevista. Isso "pode contribuir para a elevada percentagem de entrevistados que afirmaram dormir rotineiramente menos do que eles precisam."
Os "baby boomers" (geração que tem hoje de 46 a 64 anos) são os mais propensos a abusarem da TV antes de dormir, enquanto mais de um terço dos adolescentes de 13 a 18 anos e 28% dos jovens de 19 a 29 anos joga videogames antes de deitar. Além disso, 61 por cento também relataram ter usado seu computador ou laptop pelo menos algumas noites por semana.
E a propensão a ficar conectado faz com que, mesmo conseguindo adormecer, as pessoas acabem sendo acordadas por celulares, mensagens de texto ou e-mails durante a noite.
"Uma em cada dez crianças relata estar sendo despertada por mensagens depois de irem para a cama. As pessoas não desligam seus Blackberries", disse Czeisler, acrescentando que grande parte disso está acontecendo à custa de horas de sono.
Os adolescentes da Geração Z (13 a 18 anos) são o grupo mais privado de sono - 22% deles se consideram "sonolentos", contra apenas 9% dos "baby boomers".
Especialistas em sono recomendam que os adolescentes durmam 9 horas e 15 minutos por noite, mas os adolescentes ouvidos no estudo dormiam em média 7 horas e 26 minutos nas noites durante a semana. "Fico mais preocupado com o pouco sono dos jovens de 13 a 18 anos", disse Czeisler. "A garotada hoje em dia dorme uma hora e meia a menos por noite do que há um século", disse Czeisler.
A insuficiência de sono está afetando negativamente o trabalho, o humor, a família, o jeito de dirigir, a vida sexual e a saúde dos norte-americanos, segundo a NSF. Todos os grupos etários enfrentam isso consumindo bebidas cafeinadas - em média três copos grandes (350 mililitros) por dia - e tirando cochilos diurnos, às vezes mais de um por dia.
"Os pais deveriam tirar essas tecnologias do quarto dos seus filhos se quiserem que eles tenham um bom desempenho (na escola)", disse Czeisler.

fonte: g1.com.br -  extraído em 08.03.2011.